METAS PARA CRESCIMENTO DO MEI

1. O Desafio de Ser Grande Sendo Pequeno

Empreender no Brasil continua sendo um ato de coragem. Para o Microempreendedor Individual (MEI), o modelo simplificado representa um convite à formalização e à conquista de novos mercados. Porém, ao mesmo tempo, essa facilidade pode gerar uma falsa sensação de segurança. Muitos acreditam que o MEI está livre de fiscalizações rigorosas, mas, na prática, existem regras invisíveis e cruzamentos automáticos de dados que podem resultar em multas ou até no desenquadramento.

Assim, compreender os detalhes técnicos é essencial para transformar o CNPJ em uma verdadeira ferramenta de crescimento, e não em um peso burocrático. O MEI precisa estar atento a limites de faturamento, controle de compras e obrigações fiscais. Além disso, deve acompanhar as mudanças legislativas que podem alterar o teto de receita ou criar novas exigências.

Outro ponto crucial é a comunicação com a Receita Federal. Toda notificação oficial é enviada pelo e-CAC e pelo Domicílio Tributário Eletrônico (DTE). Portanto, ignorar essa caixa postal eletrônica pode trazer sérios riscos, já que intimações e avisos de exclusão são disponibilizados exclusivamente nesses canais.

Em resumo, ser MEI exige disciplina e planejamento. O empreendedor deve controlar notas de entrada e saída, respeitar os limites proporcionais de faturamento e se preparar para possíveis transições para Microempresa. Dessa forma, evita surpresas desagradáveis e garante que o crescimento seja sustentável.

Concluindo, o MEI é uma porta de entrada para o mundo dos negócios, mas só se torna uma base sólida quando o empreendedor entende suas responsabilidades. Crescer é o objetivo, mas crescer com segurança é o que garante a longevidade.

2. A Margem de Segurança dos 20%: O Que Acontece se Você Passar dos R$ 81 mil?

O limite oficial de faturamento do MEI em 2026 permanece em R$ 81.000,00 anuais. Contudo, além disso, há uma tolerância de até 20%. Se o faturamento ficar entre R$ 81.001,00 e R$ 97.200,00, você entra em uma fase de transição.
Nesse cenário, em vez de haver desenquadramento imediato, você pode continuar como MEI até 31 de dezembro. Entretanto, a partir de janeiro, a migração para Microempresa (ME) será obrigatória. Além disso, será necessário pagar o DAS complementar, calculado sobre o valor excedente. Caso contrário, ignorar essa guia pode bloquear sua certidão negativa logo no início do novo ano.

3. O Limite Silencioso: Compras de Até 80% do Faturamento

Poucos sabem, mas o fisco utiliza um critério de cruzamento de dados para identificar omissão de receita. O MEI deve limitar suas compras a 80% do faturamento bruto.
Por exemplo, se você fatura R$ 81.000,00, o limite de compras com nota fiscal é de R$ 64.800,00. Agora, se comprar R$ 100 mil em mercadorias e declarar apenas R$ 81 mil de faturamento, a Receita pode presumir fraude e desenquadrar sua empresa de ofício, cobrando impostos retroativos.
Portanto, além de emitir notas de saída, é igualmente importante controlar notas de entrada.

4. A Caixa Postal Invisível da Receita: O e-CAC

A Receita Federal não envia cartas físicas nem e-mails com links. Toda comunicação oficial ocorre pelo Portal e-CAC e pelo Domicílio Tributário Eletrônico (DTE). Por isso, ignorar essa caixa postal eletrônica é arriscado, pois é lá que chegam intimações e avisos de exclusão.
Para evitar esse tipo de surpresa, configure alertas de SMS e e-mail no sistema. Além disso, cadastre uma palavra-chave secreta para confirmar a autenticidade das notificações recebidas.

5. O Limite Proporcional: Atenção ao Início das Atividades

Um erro comum ocorre quando o MEI é aberto no meio do ano e o empreendedor acredita que pode faturar os R$ 81.000,00 até dezembro. Na prática, entretanto, o limite é proporcional ao tempo de atividade, ou seja, R$ 6.750,00 por mês.
Assim, se você formalizou o CNPJ em julho, terá apenas 6 meses de faturamento permitido, resultando em um teto de R$ 40.500,00. Ultrapassar esse valor gera desenquadramento imediato.

6. O Futuro do MEI: Propostas de R$ 140 mil e R$ 150 mil

O cenário legislativo para 2026 traz grandes expectativas. Dois projetos estão em discussão:

  • PLP 67/2025: propõe elevar o teto para R$ 150 mil, com correção anual pelo IPCA.
  • PLP 60/2025 (Super MEI): sugere um teto de R$ 140 mil, com uma faixa intermediária de tributação. Nesse caso, quem faturar acima de R$ 81 mil pagaria uma alíquota de 8% sobre o salário mínimo no DAS.

Enquanto essas propostas não forem aprovadas, é fundamental escolher corretamente o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), garantindo enquadramento adequado e redução da carga tributária.

7. Conclusão: Crescer com Segurança

Gerir um MEI em 2026 exige atenção redobrada. Além de controlar faturamento e compras, é preciso se preparar para a Reforma Tributária. Inclusive, já existe previsão de que, a partir de 2027, o MEI seja obrigado a emitir NFS-e para pessoas físicas, aumentando a rastreabilidade dos impostos.
Portanto, embora crescer seja o objetivo, crescer com segurança é o que garante a longevidade. Planejar a transição para Microempresa antes de atingir o limite é a melhor estratégia para evitar problemas.

Reflexão final: seu negócio está crescendo mais rápido do que sua gestão consegue acompanhar ou você já está pronto para o próximo nível?

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Desenquadramento do MEI: e agora?

Em 2026, os Microempreendedores Individuais (MEI) passarão por mudanças importantes nas regras e na fiscalização. Desenquadramento do MEI: e agora? Essa é a dúvida que muitos empreendedores terão diante das novas exigências. Por isso, compreender as novidades e se organizar será essencial para evitar problemas.

Renda pessoal somada ao faturamento

Primeiramente, a partir de 2026, a renda pessoal do empreendedor será somada ao faturamento do CNPJ. Assim, aumenta o risco de ultrapassar o limite de R$ 81 mil sem perceber, o que pode levar ao desenquadramento.

Desenquadramento retroativo

Além disso, se o faturamento ultrapassar R$ 97.200, o desenquadramento será retroativo a janeiro. Consequentemente, será necessário recalcular impostos e pagar multas.
👉 Portanto, se o faturamento exceder 20% do limite, o mais seguro é migrar para o regime de Microempresa (ME).

Nova categoria: Nanoempreendedor

Por outro lado, a Reforma Tributária criou a categoria Nanoempreendedor, destinada a quem fatura até R$ 40,5 mil por ano. Essa categoria garante isenção de alguns impostos. Adicionalmente, a partir de 2027, será obrigatória a emissão de Nota Fiscal Eletrônica em todas as vendas.

Limite de faturamento do MEI

Apesar disso, em 2026 o limite permanece em R$ 81 mil, mesmo com propostas para aumentar o teto para R$ 140 mil. Logo, planejar com base em leis não sancionadas pode gerar erros graves na gestão.

Fiscalização mais rigorosa

Outro ponto importante é que a fiscalização será automatizada, com cruzamento de dados. Dessa forma, as notificações enviadas pelo Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) terão validade mesmo que o empreendedor não acesse o sistema.

Como se preparar

Em resumo, para manter a saúde financeira do negócio, é fundamental:

  • Antes de tudo, monitorar mensalmente o faturamento.
  • Além disso, separar renda pessoal e empresarial.
  • Se necessário, planejar a migração para Microempresa.
  • Ainda, regularizar pendências até 31 de janeiro de 2026.
  • Por fim, buscar orientação no Sebrae ou na Sala do Empreendedor.

Conclusão: O desenquadramento do MEI pode gerar custos inesperados. Portanto, acompanhar as mudanças legais e controlar o faturamento será essencial para garantir a continuidade e o crescimento do negócio.

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Uso da Conta Pessoal no MEI: Riscos e Consequências

Atualmente, muitos Microempreendedores Individuais (MEI) questionam se é permitido utilizar a conta bancária pessoal para movimentar os valores do negócio. Embora a legislação não proíba expressamente essa prática, o uso da conta pessoal no MEI pode, ainda assim, gerar riscos relevantes e trazer consequências fiscais importantes.

Em primeiro lugar, é importante esclarecer que não existe multa automática apenas pelo uso da conta pessoal. No entanto, essa conduta pode chamar a atenção da Receita Federal e, consequentemente, aumentar as chances de fiscalização, especialmente quando há movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada.

Além disso, um dos principais problemas está no aumento indevido do faturamento. Nesse sentido, o MEI pode ser desenquadrado do regime, o que pode resultar em cobranças retroativas de impostos, aplicação de multas e outras autuações fiscais. Isso ocorre, principalmente, quando há mistura entre as finanças pessoais e empresariais.

Por esse motivo, a recomendação mais segura é a abertura de uma conta PJ exclusiva para o MEI. Dessa forma, o empreendedor consegue separar as finanças, facilitar a gestão financeira e reduzir significativamente os riscos fiscais.

Por outro lado, caso o MEI já tenha recebido valores do negócio em sua conta pessoal, é fundamental informar esses valores corretamente como receita e declará-los de maneira adequada. Assim, evitam-se inconsistências e possíveis problemas com o Fisco.

Em conclusão, embora não exista uma penalidade imediata, o uso da conta pessoal no MEI pode gerar consequências sérias no médio e longo prazo. Portanto, manter uma conta PJ e separar as finanças pessoais das empresariais é uma prática essencial para garantir segurança, organização e conformidade fiscal.

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Do Zero ao CNPJ

O Mito da Preparação Perfeita
Muitos aspirantes a empreendedores ficam paralisados pela ideia de que precisam de um plano perfeito antes de iniciar. Na verdade, o MEI (Microempreendedor Individual) é uma oportunidade de testar suas ideias de forma real e sem precisar ter tudo pronto.

  1. Sua Habilidade é sua Moeda de Troca:
    Identifique e monetize suas habilidades naturais que já geram valor para os outros, ao invés de buscar uma ideia perfeita.
  2. Valide Antes de Investir:
    Antes de gastar dinheiro, teste seu produto ou serviço com vendas pequenas e colete feedback. A validação real vem do mercado, não de pesquisas.
  3. O Momento de Virar a Chave:
    Formalize-se como MEI quando seus pedidos se tornarem frequentes. Isso proporciona vantagens como facilidade de crédito e maior credibilidade.
  4. A Arte da Divulgação Sem Orçamento:
    Use a consistência e parcerias estratégicas para promover seu negócio de forma eficaz, sem gastos altos com publicidade.
  5. Organização é a Base do Crescimento:
    Separe suas finanças pessoais das profissionais e escolha seu CNAE de forma ágil, focando na evolução contínua do seu negócio.

O Primeiro Passo Começa Hoje
Aja agora! A transformação de uma ideia em um negócio real começa com os primeiros passos. Escreva uma lista de habilidades e identifique seu primeiro potencial cliente.

Além de todas essas dicas práticas, é fundamental desenvolver uma mentalidade empreendedora. Isso significa estar aberto a aprender, falhar e crescer com cada experiência. Lembre-se: sucesso não é uma linha reta. É comum encontrar obstáculos ao longo do caminho, mas cada desafio é uma oportunidade de aprendizado.
Aprenda com os Erros

Não tenha medo de errar. Cada falha traz consigo lições inestimáveis que podem enriquecer sua trajetória. Analise o que não funcionou, faça ajustes e siga em frente. A resiliência é uma habilidade chave para qualquer empreendedor.
Networking: Construa Relações

Conecte-se com outros empreendedores e profissionais da sua área. O networking pode abrir portas e criar oportunidades inesperadas de parceria, colaboração e até mesmo novos clientes. Juntos, vocês podem compartilhar experiências e soluções.
Mantenha-se Atualizado

O mundo dos negócios está em constante evolução. Investir em seu aprendizado contínuo, seja por meio de cursos, workshops, leituras ou podcasts, é uma maneira eficaz de se manter relevante e aprimorar suas habilidades.
Celebrando Pequenas Conquistas

Não esqueça de celebrar suas conquistas, por menores que sejam. Cada passo rumo aos seus objetivos merece reconhecimento. Isso não apenas alimenta sua motivação, como também fortalece sua confiança como empreendedor.
Sua Jornada Começa Agora

Lembre-se: o mais importante é dar o primeiro passo. Sua jornada como MEI pode ser repleta de desafios, mas também de realizações gratificantes. Acredite em si mesmo, assuma riscos calculados e mantenha o foco em crescer e evoluir.
A transformação de sonhos em realidade está ao seu alcance. Portanto, não deixe para amanhã o que você pode começar hoje!

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Revolução no MEI em 2026

Em 2026, o regime do Microempreendedor Individual (MEI) passará por mudanças importantes, visando facilitar a transição de empreendedores que estão crescendo. O governo atualizará o limite de faturamento, que é de R$ 81 mil desde 2016.

1. Super MEI: A criação da categoria “Super MEI” permitirá um faturamento de até R$ 140 mil. Essa mudança, parte do Projeto de Lei Complementar 60/2025, visa estimular a economia e a formalização de negócios. (AINDA EM DISCUSSÃO, NÃO ESTÁ VALENDO)

2. Faixa Intermediária: A nova estrutura tributária dividirá o faturamento do MEI em duas faixas: até R$ 81 mil a alíquota é de 5% e entre R$ 81 mil e R$ 140 mil será de 8%. (AINDA EM DISCUSSÃO, NÃO ESTÁ VALENDO)

3. Nanoempreendedor: Para quem fatura até R$ 40,5 mil, a categoria de Nanoempreendedor foi criada, isentando-a de novos tributos e facilitando o início da atividade empresarial (FALTA NORMATIZAÇÃO)

4. Regra de Ouro: A Receita Federal agora soma a receita da pessoa física (CPF) ao faturamento do CNPJ, o que exige controle rigoroso das contas pessoais e empresariais para evitar problemas fiscais.

5. Reajuste do DAS: O governo atualizará as contribuições mensais (DAS) anualmente. Em 2026, especificaremos os valores para diferentes setores.

6. Nota Fiscal Eletrônica: Será obrigatória a emissão de Nota Fiscal Eletrônica para todas as vendas, PJ em 2026 e para pessoas físicas 2027.

7. Consequências da Inadimplência: O não pagamento do DAS acarretará multas, juros e suspensão de benefícios previdenciários.

As reformas previstas para 2026 trazem uma proposta mais flexível e escalável para os microempreendedores, permitindo crescimento sem a burocracia excessiva. Os novos limites e categorias oferecem opções mais realistas para evolução no empreendedorismo.

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O Futuro do MEI 2026


Em 2026, o Microempreendedor Individual (MEI) enfrentará mudanças significativas, especialmente em relação ao seu limite de faturamento e à gestão fiscal. Este documento discute os desafios e mudanças esperadas.


1. Teto de Vidro: O limite atual de R$ 81 mil impede o crescimento de muitos empreendedores. Em 2026, a situação poderá mudar, mas a gestão fiscal será rigorosa.

2. Limite do MEI: Rumores sobre um aumento para R$ 130 mil são falsos. O PLP 108/2021 não foi aprovado, e ultrapassar o limite sem respaldo pode resultar em dívidas tributárias.

3. Impacto Fiscal: A elevação do teto pode custar bilhões ao governo, gerando hesitação na sua aprovação. Isso também pode impactar a Previdência Social.

4. Nova Nota Fiscal: O ano de 2026 trará a obrigação de emitir nota fiscal para operações, aumentando a transparência fiscal.

5. Regra CPF + CNPJ: Nova regra da Receita Federal soma rendimentos de pessoa física e CNPJ, dificultando a ocultação de renda.

6. Nanoempreendedor: Existe a proposta de criar uma categoria para negócios menores, com um limite de R$ 40,5 mil, que teria menos burocracia e isenção de novos tributos.

O futuro do MEI em 2026 exigirá organização e atenção fiscal. A preparação para essas mudanças será crucial para o crescimento sustentável.

https://youtu.be/8-Ff5vukcOM

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MEI em 2026: Evite a Exclusão

Administrar um negócio em 2026 requer mais do que habilidade; é preciso ser resiliente e organizado. As decisões tomadas agora podem determinar o futuro do Microempreendedor Individual (MEI). É essencial ter uma visão estratégica para evitar complicações fiscais e garantir seu lugar no mercado.

  1. Prazo de Reenquadramento: O prazo final para solicitar reenquadramento no Simples Nacional é 31 de janeiro de 2026. Isso exige que o MEI regularize qualquer débito para que o pedido seja aceito. Acompanhe o Domicílio Tributário Eletrônico para evitar surpresas.
  2. Crédito para MEI: Programas como o CRED+ facilitam o acesso a linhas de crédito, com juros reduzidos. Para conseguir esses empréstimos, é necessário ter um CNPJ ativo e mostrar que o dinheiro será usado para investimentos. Cuide dos quatro pilares: planejamento financeiro, documentação em dia, pesquisa de bancos e capacidade de pagamento.
  3. Regularização de Dívidas: Os débitos devem ser quitados de acordo com seu status. Débitos do Simples Nacional podem ser parcelados no próprio portal, enquanto dívidas na Dívida Ativa devem ser tratadas no portal Regularize. A multa por entrega atrasada deve ser paga integralmente.
  4. Digitalização Financeira: A tecnologia é crucial para manter o fluxo de caixa. Utilize ferramentas como o Planejador Sebrae e o app SOMEI para organizar finanças e controlar vendas.
  5. Reenquadramento Correto: Para ser reenquadrado, é necessário primeiro solicitar a opção pelo Simples Nacional, seguido pela opção pelo Simei. Consulte o status regularmente para verificar pendências.

O sucesso em 2026 depende de disciplina fiscal e estratégia digital. Regularizar seu negócio garante acesso ao crédito necessário para crescimento. Esteja atento aos prazos e utilize ferramentas apropriadas para não perder oportunidades. Sua empresa está preparada para enfrentar 2026 ou ainda lida com a burocracia de 2025?

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MEI 2026: Mudanças

O MEI 2026 traz grandes mudanças no Brasil, requerendo novas práticas para garantir a sobrevivência e o crescimento dos negócios.

Principais Mudanças:

1. Fiscalização mais rigorosa: A “Soma de Receitas” exigirá que o fisco considere tanto rendimentos do CNPJ quanto do CPF. Isso pode impactar negativamente quem não declarar todos os rendimentos relacionados à atividade.

2. Novos valores do DAS: Com o reajuste do salário mínimo, o valor mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) mudará, dependendo da atividade do MEI.

3. Aparecimento do Nanoempreendedor: Agora, é possível operar sem CNPJ com faturamento de até R$ 40,5 mil, embora isso implique perda de benefícios do INSS. (aguardando regulamentação)

4. Mudanças tecnológicas obrigatórias: A emissão de notas fiscais exigirá novos requisitos técnicos, como o uso do Plugin Web PKI.


Os microempreendedores devem se preparar para essas transformações, atualizando suas práticas e tecnologias.

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MEI X Contrato Social

Tornar-se Microempreendedor Individual (MEI) é uma escolha popular no Brasil, com mais de 15,7 milhões de MEIs ativos. Apesar da facilidade aparentada, existem detalhes e regras que os novos empreendedores devem conhecer para evitar surpresas.

  1. Ausência de Contrato Social
  • O MEI não tem contrato social e não pode ter sócios. O único documento oficial é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que comprova a inscrição no CNPJ e na Junta Comercial. Desde setembro de 2020, esse certificado dispensa alvarás para a maioria das atividades, mas o MEI ainda deve seguir normas municipais e estaduais.
  1. Risco ao Patrimônio Pessoal
  • Não há separação jurídica entre o patrimônio pessoal e o empresarial no MEI. Isso significa que as dívidas da empresa podem afetar diretamente os bens pessoais do empreendedor. Para gerenciar esse risco, é essencial separar as contas e despesas pessoais das empresariais desde o início.
  1. Compatibilidade com Benefícios do Governo
  • A formalização como MEI pode impactar benefícios sociais. Enquanto é possível ser MEI e ter um emprego formal, se demitido, o empreendedor não terá direito ao seguro-desemprego. Pessoas que recebem aposentadoria por invalidez não podem se tornar MEIs. Ser MEI não cancela automaticamente o Auxílio Brasil, a menos que a renda ultrapasse o limite do programa.
  1. Cuidado com Cobranças Indevidas
  • Após a formalização, os novos MEIs geralmente recebem boletos de cobrança que podem ser indevidos. O MEI não é obrigado a se associar a entidades e muitas cobranças são falsas. Todos os serviços essenciais do governo para o MEI, como inscrição e pagamento de tributos, são gratuitos.
  1. Direitos Importantes do MEI
  • Ser MEI oferece direitos previdenciários significativos, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, ao pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Isso fornece proteção tanto para o empreendedor quanto para sua família.


    O MEI traz simplicidade na formalização de um negócio, mas o sucesso depende do entendimento de suas regras e riscos. Agora, é importante usar esse conhecimento para desenvolver um negócio sólido e estar preparado para futuros desafios.
https://youtu.be/j5rn9k4j840

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Quais Serão as Mudanças para o MEI em 2026?

O Microempreendedor Individual (MEI) se tornou uma importante maneira de as pessoas no Brasil se formalizarem como empreendedores. O número de MEIs cresceu significativamente, mas novas mudanças nas regras estão em andamento, exigindo que os microempreendedores se adaptem para garantir o sucesso de seus negócios.

  1. Renda Pessoal Contabilizada no Limite do MEI
    Agora, uma pessoa física deve somar a renda obtida ao faturamento do CNPJ. Isso significa que, se a soma ultrapassar R$ 81 mil por ano, o MEI pode ser desenquadrado e pagar mais impostos. O novo projeto deve ser considerado a partir da Declaração Anual do Simples Nacional de 2026.
  2. Propostas para Aumento do Limite de Faturamento
    Existem duas propostas em discussão no Congresso para aumentar o limite de faturamento do MEI, atualmente em R$ 81 mil:

    Visão 1 (PLP 60/2025): Proposta de aumento para R$ 140 mil, mas com uma nova alíquota de 8% para quem faturar nesse intervalo.

    Visão 2 (PLP 67/25): Sugere um teto de R$ 150 mil com reajuste automático baseado na inflação, oferecendo maior segurança para o futuro.
  3. Nanoempreendedor
    Com a Reforma Tributária, surge a figura do Nanoempreendedor, que fatura até R$ 40.500 por ano e não precisa de CNPJ, simplificando a operação. No entanto, ele não tem os mesmos benefícios previdenciários do MEI.
  4. Emissão de Nota Fiscal Obrigatória
    A partir de 2027, todos os MEIs devem emitir Nota Fiscal para todas as vendas, incluindo para pessoas físicas. Isso requer a implementação de sistemas para emissão de notas, demandando uma organização financeira ainda mais rigorosa.
  5. Mudanças nas Propostas em Andamento
    Algumas propostas que poderiam beneficiar o MEI removeram-se, como a atualização automática do teto e a permissão para contratar mais empregados. A Receita Federal justificou isso devido ao impacto previdenciário.

O cenário para microempreendedores no Brasil está mudando. Existem desafios, como a soma das rendas de CPF e CNPJ, e novas oportunidades, como o aumento do limite de faturamento e a criação da categoria de nanoempreendedor. O ponto importante é como se posicionar diante dessas mudanças. Será preciso um controle financeiro mais rigoroso? A simplicidade do Nanoempreendedor é suficiente? A operação está pronta para a emissão universal de notas fiscais em 2027? É hora de reavaliar o planejamento para crescer com segurança diante das novas regras do MEI.

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