Revolução no MEI em 2026

Em 2026, o regime do Microempreendedor Individual (MEI) passará por mudanças importantes, visando facilitar a transição de empreendedores que estão crescendo. O governo atualizará o limite de faturamento, que é de R$ 81 mil desde 2016.

1. Super MEI: A criação da categoria “Super MEI” permitirá um faturamento de até R$ 140 mil. Essa mudança, parte do Projeto de Lei Complementar 60/2025, visa estimular a economia e a formalização de negócios. (AINDA EM DISCUSSÃO, NÃO ESTÁ VALENDO)

2. Faixa Intermediária: A nova estrutura tributária dividirá o faturamento do MEI em duas faixas: até R$ 81 mil a alíquota é de 5% e entre R$ 81 mil e R$ 140 mil será de 8%. (AINDA EM DISCUSSÃO, NÃO ESTÁ VALENDO)

3. Nanoempreendedor: Para quem fatura até R$ 40,5 mil, a categoria de Nanoempreendedor foi criada, isentando-a de novos tributos e facilitando o início da atividade empresarial (FALTA NORMATIZAÇÃO)

4. Regra de Ouro: A Receita Federal agora soma a receita da pessoa física (CPF) ao faturamento do CNPJ, o que exige controle rigoroso das contas pessoais e empresariais para evitar problemas fiscais.

5. Reajuste do DAS: O governo atualizará as contribuições mensais (DAS) anualmente. Em 2026, especificaremos os valores para diferentes setores.

6. Nota Fiscal Eletrônica: Será obrigatória a emissão de Nota Fiscal Eletrônica para todas as vendas, PJ em 2026 e para pessoas físicas 2027.

7. Consequências da Inadimplência: O não pagamento do DAS acarretará multas, juros e suspensão de benefícios previdenciários.

As reformas previstas para 2026 trazem uma proposta mais flexível e escalável para os microempreendedores, permitindo crescimento sem a burocracia excessiva. Os novos limites e categorias oferecem opções mais realistas para evolução no empreendedorismo.

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O Futuro do MEI 2026


Em 2026, o Microempreendedor Individual (MEI) enfrentará mudanças significativas, especialmente em relação ao seu limite de faturamento e à gestão fiscal. Este documento discute os desafios e mudanças esperadas.


1. Teto de Vidro: O limite atual de R$ 81 mil impede o crescimento de muitos empreendedores. Em 2026, a situação poderá mudar, mas a gestão fiscal será rigorosa.

2. Limite do MEI: Rumores sobre um aumento para R$ 130 mil são falsos. O PLP 108/2021 não foi aprovado, e ultrapassar o limite sem respaldo pode resultar em dívidas tributárias.

3. Impacto Fiscal: A elevação do teto pode custar bilhões ao governo, gerando hesitação na sua aprovação. Isso também pode impactar a Previdência Social.

4. Nova Nota Fiscal: O ano de 2026 trará a obrigação de emitir nota fiscal para operações, aumentando a transparência fiscal.

5. Regra CPF + CNPJ: Nova regra da Receita Federal soma rendimentos de pessoa física e CNPJ, dificultando a ocultação de renda.

6. Nanoempreendedor: Existe a proposta de criar uma categoria para negócios menores, com um limite de R$ 40,5 mil, que teria menos burocracia e isenção de novos tributos.

O futuro do MEI em 2026 exigirá organização e atenção fiscal. A preparação para essas mudanças será crucial para o crescimento sustentável.

https://youtu.be/8-Ff5vukcOM

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MEI em 2026: Evite a Exclusão

Administrar um negócio em 2026 requer mais do que habilidade; é preciso ser resiliente e organizado. As decisões tomadas agora podem determinar o futuro do Microempreendedor Individual (MEI). É essencial ter uma visão estratégica para evitar complicações fiscais e garantir seu lugar no mercado.

  1. Prazo de Reenquadramento: O prazo final para solicitar reenquadramento no Simples Nacional é 31 de janeiro de 2026. Isso exige que o MEI regularize qualquer débito para que o pedido seja aceito. Acompanhe o Domicílio Tributário Eletrônico para evitar surpresas.
  2. Crédito para MEI: Programas como o CRED+ facilitam o acesso a linhas de crédito, com juros reduzidos. Para conseguir esses empréstimos, é necessário ter um CNPJ ativo e mostrar que o dinheiro será usado para investimentos. Cuide dos quatro pilares: planejamento financeiro, documentação em dia, pesquisa de bancos e capacidade de pagamento.
  3. Regularização de Dívidas: Os débitos devem ser quitados de acordo com seu status. Débitos do Simples Nacional podem ser parcelados no próprio portal, enquanto dívidas na Dívida Ativa devem ser tratadas no portal Regularize. A multa por entrega atrasada deve ser paga integralmente.
  4. Digitalização Financeira: A tecnologia é crucial para manter o fluxo de caixa. Utilize ferramentas como o Planejador Sebrae e o app SOMEI para organizar finanças e controlar vendas.
  5. Reenquadramento Correto: Para ser reenquadrado, é necessário primeiro solicitar a opção pelo Simples Nacional, seguido pela opção pelo Simei. Consulte o status regularmente para verificar pendências.

O sucesso em 2026 depende de disciplina fiscal e estratégia digital. Regularizar seu negócio garante acesso ao crédito necessário para crescimento. Esteja atento aos prazos e utilize ferramentas apropriadas para não perder oportunidades. Sua empresa está preparada para enfrentar 2026 ou ainda lida com a burocracia de 2025?

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MEI 2026: Mudanças

O MEI 2026 traz grandes mudanças no Brasil, requerendo novas práticas para garantir a sobrevivência e o crescimento dos negócios.

Principais Mudanças:

1. Fiscalização mais rigorosa: A “Soma de Receitas” exigirá que o fisco considere tanto rendimentos do CNPJ quanto do CPF. Isso pode impactar negativamente quem não declarar todos os rendimentos relacionados à atividade.

2. Novos valores do DAS: Com o reajuste do salário mínimo, o valor mensal do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) mudará, dependendo da atividade do MEI.

3. Aparecimento do Nanoempreendedor: Agora, é possível operar sem CNPJ com faturamento de até R$ 40,5 mil, embora isso implique perda de benefícios do INSS. (aguardando regulamentação)

4. Mudanças tecnológicas obrigatórias: A emissão de notas fiscais exigirá novos requisitos técnicos, como o uso do Plugin Web PKI.


Os microempreendedores devem se preparar para essas transformações, atualizando suas práticas e tecnologias.

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MEI X Contrato Social

Tornar-se Microempreendedor Individual (MEI) é uma escolha popular no Brasil, com mais de 15,7 milhões de MEIs ativos. Apesar da facilidade aparentada, existem detalhes e regras que os novos empreendedores devem conhecer para evitar surpresas.

  1. Ausência de Contrato Social
  • O MEI não tem contrato social e não pode ter sócios. O único documento oficial é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI), que comprova a inscrição no CNPJ e na Junta Comercial. Desde setembro de 2020, esse certificado dispensa alvarás para a maioria das atividades, mas o MEI ainda deve seguir normas municipais e estaduais.
  1. Risco ao Patrimônio Pessoal
  • Não há separação jurídica entre o patrimônio pessoal e o empresarial no MEI. Isso significa que as dívidas da empresa podem afetar diretamente os bens pessoais do empreendedor. Para gerenciar esse risco, é essencial separar as contas e despesas pessoais das empresariais desde o início.
  1. Compatibilidade com Benefícios do Governo
  • A formalização como MEI pode impactar benefícios sociais. Enquanto é possível ser MEI e ter um emprego formal, se demitido, o empreendedor não terá direito ao seguro-desemprego. Pessoas que recebem aposentadoria por invalidez não podem se tornar MEIs. Ser MEI não cancela automaticamente o Auxílio Brasil, a menos que a renda ultrapasse o limite do programa.
  1. Cuidado com Cobranças Indevidas
  • Após a formalização, os novos MEIs geralmente recebem boletos de cobrança que podem ser indevidos. O MEI não é obrigado a se associar a entidades e muitas cobranças são falsas. Todos os serviços essenciais do governo para o MEI, como inscrição e pagamento de tributos, são gratuitos.
  1. Direitos Importantes do MEI
  • Ser MEI oferece direitos previdenciários significativos, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, ao pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Isso fornece proteção tanto para o empreendedor quanto para sua família.


    O MEI traz simplicidade na formalização de um negócio, mas o sucesso depende do entendimento de suas regras e riscos. Agora, é importante usar esse conhecimento para desenvolver um negócio sólido e estar preparado para futuros desafios.
https://youtu.be/j5rn9k4j840

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Quais Serão as Mudanças para o MEI em 2026?

O Microempreendedor Individual (MEI) se tornou uma importante maneira de as pessoas no Brasil se formalizarem como empreendedores. O número de MEIs cresceu significativamente, mas novas mudanças nas regras estão em andamento, exigindo que os microempreendedores se adaptem para garantir o sucesso de seus negócios.

  1. Renda Pessoal Contabilizada no Limite do MEI
    Agora, uma pessoa física deve somar a renda obtida ao faturamento do CNPJ. Isso significa que, se a soma ultrapassar R$ 81 mil por ano, o MEI pode ser desenquadrado e pagar mais impostos. O novo projeto deve ser considerado a partir da Declaração Anual do Simples Nacional de 2026.
  2. Propostas para Aumento do Limite de Faturamento
    Existem duas propostas em discussão no Congresso para aumentar o limite de faturamento do MEI, atualmente em R$ 81 mil:

    Visão 1 (PLP 60/2025): Proposta de aumento para R$ 140 mil, mas com uma nova alíquota de 8% para quem faturar nesse intervalo.

    Visão 2 (PLP 67/25): Sugere um teto de R$ 150 mil com reajuste automático baseado na inflação, oferecendo maior segurança para o futuro.
  3. Nanoempreendedor
    Com a Reforma Tributária, surge a figura do Nanoempreendedor, que fatura até R$ 40.500 por ano e não precisa de CNPJ, simplificando a operação. No entanto, ele não tem os mesmos benefícios previdenciários do MEI.
  4. Emissão de Nota Fiscal Obrigatória
    A partir de 2027, todos os MEIs devem emitir Nota Fiscal para todas as vendas, incluindo para pessoas físicas. Isso requer a implementação de sistemas para emissão de notas, demandando uma organização financeira ainda mais rigorosa.
  5. Mudanças nas Propostas em Andamento
    Algumas propostas que poderiam beneficiar o MEI removeram-se, como a atualização automática do teto e a permissão para contratar mais empregados. A Receita Federal justificou isso devido ao impacto previdenciário.

O cenário para microempreendedores no Brasil está mudando. Existem desafios, como a soma das rendas de CPF e CNPJ, e novas oportunidades, como o aumento do limite de faturamento e a criação da categoria de nanoempreendedor. O ponto importante é como se posicionar diante dessas mudanças. Será preciso um controle financeiro mais rigoroso? A simplicidade do Nanoempreendedor é suficiente? A operação está pronta para a emissão universal de notas fiscais em 2027? É hora de reavaliar o planejamento para crescer com segurança diante das novas regras do MEI.

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Dívidas de Microempreendedores Individuais (MEIs)

  1. Exclusão do Simples Nacional: Consequências
    Ser excluído do Simples Nacional não cancela o CNPJ, mas retira benefícios importantes. O MEI perde a simplicidade de tributos fixos e passa a atuar em regimes tributários complexos, aumentando sua carga tributária. Regularizar a situação é vital para manter benefícios previdenciários e acesso a financiamentos.
  2. Notificações Eletrônicas e Prazos
    Os MEIs são automaticamente inscritos no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), que é a forma oficial de comunicação com o governo. Notificações são consideradas lidas após 45 dias, mesmo que não sejam abertas, o que pode acarretar a perda de prazos para regularização de dívidas.
  3. Reparcelamento de Dívidas
    Reparcelar dívidas pode exigir um pagamento inicial alto, dependendo do histórico de parcelamentos. O valor da entrada pode variar de 10% a 20% do total da dívida consolidada, mesmo para débitos que nunca foram parcelados.
  4. Protesto de Dívidas
    Se uma dívida não for paga, pode ser enviada para protesto em cartório, aumentando burocracias e custos. Mesmo após a quitação, é necessário um procedimento no cartório para remover o protesto, ou a empresa continuará com restrições de crédito.
  5. Requisição de Retorno ao MEI
    Após exclusão, é possível retornar ao status de MEI apenas em janeiro do ano seguinte. Isto implica que, se as pendências não forem regularizadas a tempo, a empresa operará por um ano em um regime tributário mais caro.

A desinformação sobre as regras fiscais pode resultar em custos diretos para os MEIs. Manter-se informado e monitorar suas obrigações fiscais é essencial para garantir a saúde do negócio e evitar surpresas desagradáveis. Verifique regularmente sua caixa de entrada no DTE-SN para evitar problemas futuros.

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O Abono Salarial: PIS/Pasep


O Abono Salarial PIS/Pasep, conhecido como o “14º salário”, é um benefício importante para muitos trabalhadores brasileiros. No entanto, existem regras complexas sobre quem pode recebê-lo e como ele funciona, que muitos não conhecem. Este resumo apresenta três aspectos fundamentais e surpreendentes sobre o Abono.

  1. MEI e Emprego CLT
    Muitos acreditam que ser Microempreendedor Individual (MEI) garante o direito ao Abono Salarial. No entanto, apenas trabalhadores com vínculo empregatício formal (CLT) ou servidores públicos têm direito a ele. Se um MEI também trabalha em um emprego com carteira assinada e atende aos critérios do PIS, ele pode receber o benefício, considerando apenas o salário do emprego CLT para a elegibilidade.
  2. Mudanças nas Regras em 2026
    Atualmente, para receber o Abono, o trabalhador deve ter uma média salarial de até dois salários mínimos. A partir de 2026, o teto de elegibilidade será desvinculado do salário mínimo e passará a ser ajustado apenas pela inflação. Isso pode resultar em menos trabalhadores qualificados para o benefício no futuro, pois o salário mínimo pode ser reajustado a uma taxa mais rápida do que o teto do abono.
  3. Responsabilidade do Empregador
    Apesar de ser um benefício do governo, a aprovaçăo do Abono depende do correto envio das informações pelo empregador. Qualquer erro na informação pode levar à negativa do benefício. Se um trabalhador perder o direito por falha da empresa, pode processá-la, resultando em indenização pelo valor do abono, além de possivelmente danos morais.


O Abono Salarial PIS/Pasep tem regras complexas que podem afetar a sua elegibilidade, a partir de mudanças previstas e a responsabilidade do empregador. É crucial que os trabalhadores estejam informados sobre sua situação e os possíveis impactos futuros em suas finanças. Verifique sua situação e prepare-se para as mudanças que estão por vir.

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MEI 2025: Descubra Tudo que Pode Proteger Seu Negócio

Este artigo aborda a recente desinformação entre Microempreendedores Individuais (MEIs) sobre mudanças fiscais e revela riscos existentes que esses trabalhadores enfrentam em 2025.

  1. Mal-entendido Fiscal
  • Muitos MEIs acreditaram que a nova Resolução CGSN nº 183/2025 somaria a renda pessoal ao faturamento empresarial, aumentando o limite de R$ 81.000,00. A Receita Federal desmentiu essa informação, esclarecendo que só a receita da empresa conta para o limite.
  • O pânico reflexivo mostrou a fragilidade na gestão financeira dos MEIs, que frequentemente misturam finanças pessoais e empresariais, aumentando a possibilidade de confusão patrimonial.
  1. Monitoramento da Receita Federal
  • A Receita Federal agora pode cruzar dados automaticamente, monitorando transações tanto de CNPJs quanto de CPFs.
  • O uso de maquininhas registradas no CPF para recebimentos de empresa é um erro rastreável. Pagamentos pessoais similares a movimentações de negócios podem gerar multas e desenquadramento.
  1. Riscos de Compras e Faturamento
  • Há um limite pouco conhecido: se um MEI gastar mais de 80% do que declara como faturamento, isso pode ser interpretado como vendas não declaradas, acarretando multas.
  • Exceder o limite anual de R$ 81.000,00 possui dois cenários: até 20% a mais permite continuar como MEI, mas acima disso, o desenquadramento é retroativo e pode gerar dívidas massivas.
  1. Separação das Contas
  • Para evitar riscos, é essencial separar completamente as finanças pessoais e empresariais.
  • Medidas recomendadas incluem criar contas bancárias separadas, utilizar ferramentas de pagamento da empresa e estabelecer um “salário” fixo a partir da conta PJ.
  1. Olhar para o Futuro com o “Super MEI”
  • Há um Projeto de Lei Complementar (PLP 60/2025) que busca aumentar o teto do faturamento do MEI para R$ 140.000,00, já aprovado em algumas comissões do Senado.
  • MEIs próximos ao limite de R$ 97.200,00 precisam decidir se devem frear o crescimento ou continuar avançando, considerando as possíveis mudanças futuras.

Os MEIs precisam estar atentos a mudanças e riscos fiscais, implementando boas práticas de gestão financeira. A separação de contas é fundamental, e devem avaliar opções futuras como o “Super MEI”. A desorganização financeira é uma grande ameaça, mais do que novas leis. Misturar contas pessoais e empresariais pode atrair problemas com a Receita Federal. A proteção do negócio está na disciplina de tratar a empresa como uma entidade separada. Você está pronto para dar esse passo?

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Servidor Público poderá ser MEI?

O Projeto de Lei (PL) 2.332/2022 pretende permitir que servidores públicos federais se tornem Microempreendedores Individuais (MEI), um desejo comum entre eles. Antes, a Lei nº 8.112/90 proibia essa prática. O artigo destaca os principais pontos sobre essa proposta.

  1. Uma Proibição Histórica Está Prestes a Cair
    A atual legislação proíbe servidores públicos de participar da administração de empresas ou do comércio, incluindo microempreendimentos. O PL 2.332/2022, de autoria do Senador Nelsinho Trad, busca criar uma exceção para que servidores atuem como MEI. O projeto já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  2. Não é Para Todos — As Vedações São Claras
    Se aprovado, o direito de se tornar MEI não será aplicado a todos os servidores; aqueles com cargos em comissão ou função de confiança estão excluídos. Esses cargos exigem dedicação integral, incompatível com a atividade empreendedora.
  3. O Verdadeiro Filtro é a Lei de Conflito de Interesses
    Além de não ser comissionado, o servidor deve seguir a Lei de Conflito de Interesses. Isso significa que não pode empreender para empresas que estão sob o controle do órgão onde trabalha, ou firmar contratos com a própria repartição. Qualquer dúvida deve ser consultada formalmente à Controladoria-Geral da União (CGU).
  4. Os Limites do MEI Funcionam Como um “Freio de Segurança”
    As regras do MEI impõem limites para evitar uma dedicação excessiva ao negócio. O faturamento não pode ultrapassar R$ 81.000,00 por ano e apenas um funcionário pode ser contratado. Se o negócio crescer, o servidor perderá a condição de MEI e ficará sujeito à proibição da Lei nº 8.112/90.
  5. O Debate é Polarizado: Direito à Renda Extra ou Risco de Sobrecarga?
    A proposta gerou reações contrastantes. Defensores argumentam que permite um fortalecimento da economia ao ampliar a oferta de serviços, enquanto críticos afirmam que esconde a necessidade de melhores salários e condições no serviço público.

    O PL 2.332/2022 traz uma mudança significativa, mas com regras claras e restrições. O sucesso dessa mudança dependerá da responsabilidade dos servidores em seguir as normas, priorizando o interesse público. A questão que fica é se essa abertura incentivará um empreendedorismo ético ou criará novos desafios de governança.
https://youtu.be/ymcqUy_yIHg

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